(Fonte: Wikipédia, acesso 02 nov. 2024)
domingo, 3 de novembro de 2024
ARQUEOLOGIA 2
sábado, 2 de novembro de 2024
ARQUEOLOGIA
![]() |
Arqueologia: Desvendando Pegadas do Tempo
Imagine-se em um sítio arqueológico. O que era terra e poeira agora revela segredos guardados há séculos. Cada camada de solo remexido é uma página virada no livro da humanidade. Mas o que é, afinal, a arqueologia?
Arqueologia é mais que o estudo de antiguidades. É uma ciência que examina vestígios materiais das sociedades humanas — do passado ao presente — para entender culturas, modos de vida, crenças e até comportamentos psicológicos. Ao contrário de outros estudos históricos que se baseiam em registros escritos, a arqueologia se concentra na “materialidade” que os humanos deixam para trás.
Artefatos: As Janelas para o Passado
Tipologia dos Artefatos
Artefatos são geralmente divididos em duas categorias:
Artefatos móveis: São objetos que podem ser transportados de um lugar para outro. Um exemplo comum são os utensílios domésticos, como potes de cerâmica ou ferramentas de metal. Cada um desses itens fornece informações sobre o uso de materiais, tecnologias de fabricação e até o comércio entre regiões.
Artefatos imóveis: Incluem construções e estruturas arquitetônicas, como templos, muralhas, estradas e túmulos. Esses artefatos são fundamentais para entender a disposição espacial de uma sociedade, suas hierarquias e suas áreas de convivência, ritual e proteção. Estruturas como pirâmides, fortalezas e aquedutos revelam a complexidade e o grau de organização social e tecnológica de uma cultura.
Análise e Interpretação dos Artefatos
O Significado Cultural dos Artefatos
Artefatos e Tecnologia: O Reflexo do Desenvolvimento Humano
Artefatos Contemporâneos: A Arqueologia do Presente
terça-feira, 12 de março de 2024
MARCELO GLEISER: UM BRASILEIRO QUE PODE CHEGAR AO NOBEL
Marcelo Gleiser (Rio de Janeiro, 19 de março de 1959) é um físico, astrônomo, professor, escritor e roteirista brasileiro, atualmente pesquisador e professor da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos. É membro e ex-conselheiro geral da American Physical Society.
Conhecido nos Estados Unidos por suas aulas e pesquisas científicas, no Brasil é mais popular por suas colunas de divulgação científica no jornal Folha de São Paulo. Escreveu oito livros e publicou três coletâneas de artigos. Participou de programas de televisão dos Estados Unidos, da Inglaterra e do Brasil, entre eles, Fantástico.
Marcelo recebeu o Prêmio Jabuti em 1998, pelo livro A Dança do Universo, e em 2002 por O Fim da Terra e do Céu. Em 2007, foi eleito membro da Academia Brasileira de Filosofia. Em março de 2019, tornou-se o primeiro latino-americano a ser contemplado com o Prêmio Templeton, tido informalmente como o "Nobel da espiritualidade".
Juventude e formação acadêmica
Marcelo é nascido em uma família judaica da cidade do Rio de Janeiro, e desde criança gostava de tocar violão e jogar voleibol, modalidade esportiva em que foi campeão júnior brasileiro aos quinze anos, ao lado de Bernardinho. Mesmo não se interessando por matemática, desde cedo eram claros seu interesse e paixão pela natureza. Queria ser músico, mas seu pai, Isaac, que era dentista, convenceu-o a mudar de ideia, pois, segundo ele, a música seria uma escolha arriscada, tornando incerto seu futuro profissional.
Após cursar dois anos de Engenharia Química, Gleiser transferiu-se para o curso de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Bacharelou-se em 1981, mesmo ano em que representou o voleibol brasileiro nos jogos Macabíadas em Israel, conquistando a medalha de prata. No ano seguinte fez seu mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em 1986 obteve seu doutorado no King's College de Londres na Universidade de Londres. Em 1988 obteve um pós-doutorado pela Fermilab e no mesmo ano foi nomeado bolsista sênior de pós-doutorado no Instituto de Física Teórica da Universidade da Califórnia. Em 1991 foi nomeado professor assistente de física e astronomia no Dartmouth College em Hanover, New Hampshire.
Carreira
Desde 1991, é professor de Física e Astronomia e pesquisador da Dartmouth College em Hanover, Estados Unidos. Já fez parte do grupo de pesquisadores do Fermilab, em Chicago, e do Institute for Theoretical Physics da Califórnia. Recebeu bolsas para pesquisas da NASA, da National Science Foundation e da OTAN.
Na Dartmouth, ministra a disciplina "Física para Poetas", cujas aulas se caracterizam por relatos da história da ciência e dos cientistas juntamente com explicações sobre os fundamentos da física no laboratório através de experiências e demonstrações em sala de aula.
Em 1994, ganhou do presidente norte-americano Bill Clinton o prêmio Presidential Faculty Fellows Award por seu trabalho de pesquisa em cosmologia e por sua dedicação ao ensino. Em 1995, ganhou o Dartmouth Award for Outstanding Creative or Scholarly Work e venceu em 2001 o prêmio José Reis de Divulgação Científica. Em 2001, Gleiser foi eleito Fellow da American Physical Society, a Sociedade de Física Americana, da qual é membro. Seu ensaio "Emergent Realities in the Cosmos" apareceu na antologia Best American Science Writing 2003, editada por Oliver Sacks.
Em 1997, lançou no Brasil seu primeiro livro, A Dança do Universo, que trata da questão da origem do Universo tanto sob o ponto de vista científico quanto religioso. O livro, escrito para o público não-especializado tornou-se um marco da divulgação científica no Brasil. Naquele ano também passou publicar aos domingos, artigos sobre ciência no jornal Folha de São Paulo. A coluna foi publicada até 28 de outubro de 2018.
Em 1998 ganhou o Prêmio Jabuti por esse livro, prêmio que viria a repetir em 2002 pelo livro O fim da Terra e do Céu. Em 2005, lançou uma coletânea de suas colunas publicadas na Folha de São Paulo de 1999 a 2004, intitulada Micro Macro, e em 2007, dando prosseguimento à coleção, outra coletânea intitulada Micro Macro 2. A sua primeira obra inspirou uma peça de teatro do grupo Arte e Ciência no Palco, que estreou no Festival de Curitiba, e foi apresentada em vários teatros e festivais no Brasil e em Portugal.
Em 2006, publicou A Harmonia do Mundo, seu primeiro romance e também um best seller, sobre a vida e obra do astrônomo alemão Johannes Kepler. Em 2010, publicou o livro "Criação Imperfeita: Cosmo, Vida e o Código Oculto da Natureza", onde faz criticas a várias ideias de unificação na física argumenta que as assimetrias do Universo não tiveram origem a partir de um Deus, e que são as imperfeições que causaram e causam a formação de estruturas na Natureza, do átomo às células. O livro foi publicado em sete línguas. Em 2015, publicou The Island of Knowledge que lida com o problema do necessariamente incompleto conhecimento científico e dos limites das explicações do universo. Em setembro de 2006 estreou nos cinemas o filme O Maior Amor do Mundo, de Cacá Diegues, com consultoria de Gleiser. O filme conta a história de um astrofísico que volta ao Brasil.
Em 2006, apresentou um bloco no programa dominical Fantástico, da Rede Globo, chamado "Poeira das Estrelas". A série em muito lembra a série Cosmos, de Carl Sagan, com episódios abordando temas científicos e mantendo o foco na astronomia e na origem da vida. A série inspirou um livro homônimo publicado no mesmo ano. Dois anos depois, em 2008, também no Fantástico, apresentou outra série de conteúdo científico: "Mundos Invisíveis", onde explorou a história da física e da química, da alquimia à física de partículas elementares. Em 2010, narrou o documentário Como Funciona o Universo, exibido pelo Discovery Channel.
Ciência e religião
Certamente recorrentes em seus trabalhos os debates entre as visões de mundo religiosas e científicas, Marcelo Gleiser é, contudo, adepto declarado do naturalismo:
"Para mim, não há
absolutamente nenhuma dúvida de que o sobrenatural é completamente incompatível
com uma visão científica do mundo, visão que costumo defender arduamente".
"(...) A mecânica universal
não precisa de Deus! As pessoas podem precisar de Deus! São duas coisas
completamente diferentes!"
e declara-se agnóstico especificamente "(...) um desses ateus liberais que Dawkins critica"; posicionamentos que certamente transparecem em suas obras também de forma implícita. Ao contrário dos assim denominados ateus radicais, que veem uma guerra declarada entre ciência e religião e nela militam, Gleiser reconhece - embora defensor do ateísmo - o papel que a fé desempenhou e desempenha nos contextos sociocultural, histórico e de definição do ser humano, posicionando-se contra o radicalismo tanto religioso quanto antirreligioso. Em suas palavras:
"Se sou ateu; se fico transtornado quando vejo a infiltração de grupos religiosos extremistas nas escolas, querendo mudar o currículo, tratando a ciência em pé de igualdade com a Bíblia; se concordo que o extremismo religioso é um dos grandes males do mundo; se batalho contra a disseminação de crenças anticientíficas absurdas como o design inteligente e o criacionismo na mídia; por que, então, critico o ateísmo radical de Dawkins? Porque não acredito em extremismos e intolerância. (...) É essa crença ignorante que deve ser combatida; (...) É a hipocrisia usada sob a bandeira da fé que deve ser combatida, não a fé em si."
Em novembro de 2016, No programa Canal Livre da Rede Bandeirantes de Televisão, Gleiser declarou-se agnóstico - não especificando o tipo, mas declarou ser a posição mais compatível com o método científico. O que não pode ser uma posição cientificista, pois numa entrevista a fundação Na pratica, ele disse:
"A ciência é obviamente
nosso melhor modo de se explorar e entender o mundo, mas não é o único, e nem é
ilimitado".
Também criticou o ateísmo por ser só outra forma de fé cega, pois não tem provas para seu dogma da inexistência de Deus - ainda no programa Canal Livre.
Gleiser também se declara crítico das posturas perfeccionistas do universo, criticando fortemente a busca da comunidade de físicos pela "teoria do tudo". Para Gleiser o Universo é repleto de imperfeições, e nele não se pode identificar baseado em nossa tecnologia limitada, uma lei única que reja toda a natureza, postura que o torna crítico direto dos físicos que a buscam na tentativa de estabelecer qualquer "teoria final". Para Gleiser, tais cientistas deveriam ter uma maior "autocrítica":
"Nós conhecemos o mundo por
causa de nossos instrumentos(...) O problema é que toda máquina tem uma
precisão limitada. É impossível criar uma teoria final porque nunca vamos saber
tudo. Temos de aprender a ser humildes com relação a nosso conhecimento de
mundo, que sempre será limitado."
Vida pessoal
Marcelo Gleiser vive com a família no estado de Nova Hampshire, nos EUA. Além de dar aulas na universidade, realiza palestras e também leciona em cruzeiros com "caçadores de eclipses". Já viajou de Zanzibar a Madagáscar e pelo Mar Negro. Nessas viagens aproveita para praticar mergulho.
Possui como hobby a pesca com isca artificial (fly fishing), que pratica na cidade onde mora, Hanover. Lá, além da pesca, gosta de praticar alpinismo. Mantinha amizade com o escritor norte-americano Oliver Sacks, a quem fazia visitas em Nova Iorque. Também é amigo de Roald Hoffmann, ganhador do prêmio Nobel de Química de 1981. Roald já desfilou com Gleiser pela escola de samba Unidos da Tijuca vestidos de Santos Dumont, no carnaval de 2004.
Livros
A Dança do Universo (1997)
Retalhos Cósmicos (1999)
O fim da Terra e do Céu (2001)
Micro Macro (2005)
A Harmonia do Mundo (2006)
Cartas A Um Jovem Cientista: O Universo, A Vida e Outras Paixões (2007)
Micro Macro 2 (2007)
Criação Imperfeita: Cosmo, Vida e o Código Oculto da Natureza (2010)
A Ilha do Conhecimento: Os Limites da Ciência e A Busca Por Sentido (2014)
A Simples Beleza do Inesperado (2016)
O Caldeirão Azul (2019)
Artigos científicos selecionados
"An Analytical Characterization of Oscillons: Their Energy, Radius, Frequency, and Lifetime", with David Sicilia, Phys. Rev. Lett. 101, 011602 (2008).
"A Class of Nonperturbative
Configurations in Abelian-Higgs Models: Complexity from Dynamical Symmetry
Breaking", com Joel Thorarinson, Physical Review D 79, 025016 (2009).
"An Extended Model for the
Evolution of Prebiotic Homochirality: A Bottom-Up Approach to the Origin of
Life", com Sara Walker, Orig. Life Evol. Biosph. 38, 293-315 (2008).
"Punctuated Chirality",
with Joel Thorarinson and Sara I. Walker, Orig. Life Evol. Biosph. 38, 499-508
(2008).
"Long-lived Oscillons from
Asymmetric Bubbles," com A. Adib e C. A. S. Almeida, Phys. Rev. D66 (2002)
085011.
"Gauged Fermionic
Q-Balls," com T. S. Levi, Phys. Rev. D66 (2002) 087701.
"Nonequilibrium Precursor Model
for the Onset of Percolation in a Two-Phase System," com Rafael Howell e
Rudnei Ramos, Phys. Rev. E65 (2002) 036113.
"Anisotropic Stars: Exact Solutions," com Krsna Dev, Gen. Rel. Grav. 24 (2002) 1793.
"Bubbling the False Vacuum Away", com Barrett Rogers e Joel Thorarinson, Phys. Rev. D 77, 023513 (2008).
Fonte: Wikipédia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Gleiser. Acesso em: 12 mar. 2024.
TOLSTOISMO: OS SEGUIDORES DE LIEV TOLSTOI
TOLSTOÍSMO
Adaptado da Wikipédia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Tolsto%C3%ADsmo#:~:text=Tolsto%C3%ADsmo%20ou%20tolstoiismo%20%C3%A9%20um,b%C3%ADblica%20O%20Serm%C3%A3o%20da%20Montanha.
Acesso em: 10 mar. 2024.
![]() |
| Liev Nikolaievitch Tolstoi |
Tolstoísmo ou Tolstoiismo é um
movimento social baseado nas visões filosóficas e religiosas do romancista
russo Liev Nikolaievitch Tolstoi (1828 – 1910). Os pontos de vista de Tolstoi
foram fundamentados por meio de estudos minuciosos do ministério de Jesus,
sobretudo na passagem bíblica “O Sermão da Montanha”.
Tolstoi expressou “grande alegria”
diante da grande adesão, não só na Rússia, mas em várias partes da Europa, ao
seu movimento. No entanto, o autor admitiu que fosse um erro criar uma doutrina
específica depois da sua morte. Tolstoi advertia que cada indivíduo deveria
seguir sua consciência individual. Ele escreveu uma carta a um adepto, com os
seguintes dizeres:
“Usar o ‘Tolstoysmo’ como
um guia para perguntar a minha solução para as mais diversas questões é um erro
grosseiro. Não houve, nem há ‘ensinamentos’ meus. Existe apenas o único
ensinamento universal eterno da Verdade, que para mim, para nós, é claramente
expresso nos Evangelhos. Eu aconselhei essa jovem a não viver pela minha
consciência, mas por ela própria.”
Credos
e Práticas
Os “tolstoinianos” (na língua Russa Толстовцы
, Tolstovtsy) se identificam como cristãos, mas geralmente não pertencem
oficialmente a uma igreja. Tolstoi foi um severo crítico da Igreja Ortodoxa
Russa, fato que levou a sua excomunhão em 1901. Tolstoinianos tendem a se
concentrar em seguir os ensinamentos de Jesus e não se importam com milagres ou
divindades. Eles tendem a um modo de vida ascético e simples. Tolstoinianos são
considerados pacifistas cristãos e defendiam a não violência em todas as
circunstâncias. A compreensão de Tolstoi sobre o que significa ser cristão foi
fundamentada pelo Sermão da Montanha e resumida em cinco proposições simples:
1) Ame seus inimigos;
2) Não seja tomado pela ira;
3) Não lute contra o mal fazendo o
mal, mas combata o mal com o bem (uma interpretação de ofereça a outra face);
4) Não deseje;
5) Não faça juramentos.
1
Tolstonianos não participam do
governo, que consideram imoral, violento e corrupto. Tolstoi rejeitou o Estado
e todas as instituições que dele derivam – a polícia, os tribunais e o
exército. Assim, muitos os consideram como um anarquista cristão.
Historicamente, as ideias de Tolstoi influenciaram o pensamento anarquista.
Vegetarianismo
O movimento vegetariano começou na Europa
no século XIX. A primeira sociedade vegetariana foi fundada em Manchester em
1847. Tolstoi tornou-se uma grande influência para o movimento. Ele se tornou
vegetariano em 1885. Seu ensaio “The First Step” (“O Primeiro Passo” – 1882) e
outros foram promovidos internacionalmente pelas sociedades vegetarianas.
O vegetarianismo fazia parte da filosofia
tolstoniana cristã de não violência. Naquela época, os restaurantes
vegetarianos eram poucos, e eles frequentemente serviam como espaços de reunião
para os tolstoinianos e outros reformadores sociais. O movimento era,
sobretudo, ovolactovegetariano, que consistia em uma dieta composta por
alimentos de origem vegetal, ovos, leites e derivados deles, nesta há apenas a exclusão
de qualquer tipo de carne na alimentação.
Do ponto de vista da medicina da época o vegetarianismo era visto como insalubre.
Legado
Ele inspirou muitos seguidores em diversos países que formaram comunidade e publicaram obras dedicadas a promover as ideias de Tolstoi, principalmente no final do século XIX, e início do século XX.
Vários indivíduos foram influenciados por Tolstoi, dentre eles o filósofo Wittgenstein, William Jenning Byran e Gandhi.

William Jennings Bryan, advogado e político dos Estados Unidos.
Foi Secretário de Estado dos Estados Unidos da América
Seguidores
célebres:
Abraham
Yehudah Khein – (1878
– 1957) foi um rabino Chabad-Hasidico na cidade ucraniana de Nizhyn. O rabino
Khein era um anarquista pacifista.
Alexandra
Tolstaya – (1884 –
1979) condessa Tolstaya era a filha mais nova de Lev Tolstoi sendo secretária
do famoso romancista.
Arvid
Järnefelt – (1861
– 1932) juiz e escritor finlandês.
Aylmer
Maude (1858 –
1938) e Louisie Maude (1855 – 1939)
– foram tradutores para o inglês das obras de Lev Tolstoi, e Aylmer Maude também
escreveu a biografia de seu amigo Tolstoi, The Life of Tolstoy. Depois de viver
muitos anos na Rússia, os Maudes passaram o resto de suas vidas na Inglaterra,
traduzindo os escritos de Tolstoi e promovendo o interesse público em seu
trabalho. Aylmer Maude também esteve envolvido em várias causas progressistas e
idealistas do início do século XX.
Boris
Pasternak – (1890
– 1960) poeta e romancista russo, ele escreveu Doutor Jivago, com o qual
recebeu o Nobel de Literatura em 1958.
Dmitry
Khilkov – (1858 –
1914) O príncipe Dmitry Aleksandrovich Khilkoff (mais frequentemente escrito
como Khilkov, às vezes também Hilkov ou Hilkoff) (1858–1914) passou de oficial
do Exército do Czar a um tolstoiano pregando o pacifismo e a um revolucionário
socialista. O príncipe Dmitry Khilkov era um discípulo aristocrático de Lev
Tolstoi que foi exilado pelo governo e teve seus filhos tirados dele por
seguirem os ensinamentos de Tolstoi. Como Tolstoi, Khilkov envolveu-se com a
emigração dos Doukhobors cristãos espirituais da Rússia para o Canadá e fez
parte de uma delegação exploratória de assentamentos em 1898 para o Canadá.
Dorothy
Day – (1897 –
1980) jornalista estadunidense, ativista social, anarquista, que posteriormente
se converteu ao catolicismo. Na década de 1930, ela trabalhou junto com seu
companheiro, o ativista Peter Maurin, para estabelecer um Movimento Operário
Católico, um movimento não violento e pacifista que continuasse a combinar
ajuda direta aos pobres e desabrigados com ações diretas não violentas em seu
favor.
Emil
Cedercreutz –
(1879 – 1949) foi um barão finlandês, escultor e artista de silhuetas mais
conhecido por suas esculturas de cavalos.
Ernest
Howard Crosby – (1856
– 1907) foi um escritor e reformista americano, nascido em Nova Iorque, depois
de ter visitado Tolstoi tornou-se divulgador das suas teorias nos EUA,
escrevendo alguns livros sobre o escritor russo. Seu livro ‘Plain in Psalm and
Parable’ (1899), foi amplamente elogiado.
Georg
Boldt – (1851 –
1916) foi um empresário e hoteleiro teuto-americano que influenciou o
desenvolvimento do hotel urbano como centro social e destino de luxo. Seu lema
era “o cliente tem sempre razão”, tendo tornado-se por conta própria um
milionário de sucesso.
Georgy
Gapon – (1870 –
1906) foi um padre ortodoxo russo e um líder popular da classe trabalhadora
antes da Revolução Russa de 1905. Depois que foi descoberto como informante da
polícia, Gapon foi assassinado por membros do Partido Socialista
Revolucionário. Padre Gapon é principalmente lembrado como um agente provocador
que liderou uma multidão pacífica de manifestantes no Domingo Sangrento, apenas
para ser recebido por esquadrões de fuzilamento do Exército Imperial Russo. As
ações de Gapon inadvertidamente alimentaram o movimento revolucionário, embora
ele posteriormente tenha fugido do país e enfrentado críticas de várias partes
por seu papel.
Harold
Whitmore Williams
– (1876 – 1928) foi um jornalista neozelandês, editor estrangeiro do “The Times”
e poliglota considerado um dos poliglotas mais talentosos da História. Ele
conhecia mais de 58 idiomas, incluindo naturalmente seu inglês nativo. Ele
"provou conhecer todas as línguas do Império Austríaco", húngaro,
tcheco, albanês, sérvio, romeno, sueco, basco, turco, mandarim, japonês,
tagalo, copta, egípcio, hitita, irlandês antigo e outros dialetos.
James
Luther Bevel – (1936
– 2008) foi um ministro americano e líder do Movimento dos Direitos Civis dos
anos 1960 nos Estados Unidos. Como membro da Conferência de Liderança Cristã do
Sul (SCLC), e depois como seu Diretor de Ação Direta e Educação Não-Violenta,
Bevel iniciou, traçou estratégias e desenvolveu os três maiores sucessos da
época do SCLC: a Cruzada Infantil de Birmingham em 1963, a votação em Selma em
1965, movimento pelos direitos humanos e o movimento de habitação aberta de
Chicago em 1966. Ele sugeriu que o SCLC convocasse e se juntasse a uma marcha
em Washington em 1963. Bevel traçou uma estratégia para as marchas de Selma a
Montgomery em 1965, que contribuíram para a aprovação pelo Congresso da Lei de
Direitos de Voto de 1965.
Johan
Carl Emil (Jean) Boldt – (1865 – 1920) foi um
advogado e jornalista finlandês, conhecido como teosofista e anarquista.
Kenjirō Tokutomi — (1868 — 1927), também
conhecido pelo pseudônimo de Tokutomi Roka , foi um escritor e filósofo cristão
japonês das eras Meiji e Taishō.
Leonid
Osipovich Pasternak
– nascido Yitzhok-Leib, ou Isaak Iosifovich, Pasternak — (1862
— 1945) foi um pintor russo pós-impressionista. Ele era o pai do poeta e
romancista Boris Pasternak.
Leopold
Antonovich Sulerzhitsky
– (1872 – 1916) foi um diretor de teatro, pintor e pedagogo russo de
ascendência polonesa. Ele está associado ao Teatro de Arte de Moscou e à família
de Lev Tolstoy.
Mahatma
Gandhi – Mohandas
Karamchand Gandhi – (1869 – 1948) foi um advogado, nacionalista,
anticolonialista e especialista em ética política indiana, que empregou
resistência não violenta para liderar a campanha bem-sucedida para a independência
da Índia do Reino Unido, e por sua vez, inspirar movimentos pelos direitos
civis e liberdade em todo o mundo. O honorífico Mahātmā
(sânscrito: "de grande alma", "venerável"), aplicado a ele
pela primeira vez em 1914 na África do Sul, é agora usado em todo o mundo. O
aniversário de Gandhi,
2 de outubro, é comemorado na Índia como Gandhi Jayanti, um feriado nacional e
em todo o mundo como o Dia Internacional da Não Violência. Gandhi é comumente,
embora não formalmente considerado o Pai da Pátria indiana.
Saneatsu
Mushanokōji – (1885 – 1976) foi um romancista, dramaturgo,
poeta, artista e filósofo japonês ativo durante o final dos períodos Taishō e Shōwa do
Japão.
Sergei
Lvovich Tolstoi –
(1863 – 1947) foi um compositor e etnomusicólogo que esteve entre os primeiros
europeus a fazer um estudo aprofundado da música da Índia. Ele também foi
associado do místico sufi Inayat Khan e participou ajudando os Doukhobors a se
mudarem para o Canadá. Ele era o filho mais velho de Lev Tolstoi.
Takeo
Arishima – (1878 –
1923) foi um romancista, contista e ensaísta japonês durante o final dos
períodos Meiji e Taishō.
Seus dois irmãos mais novos, Ikuma Arishima e Ton Satomi, também eram autores. Seu filho era o ator de
cinema e teatro internacionalmente conhecido, Masayuki Mori.
Valentin
Fyodorovich Bulgakov
– (1886 – 1966) foi o último secretário de Lev Tolstoi e, também, seu biógrafo.
Ele atuou como diretor de vários museus literários e participou ativamente de iniciativas
tolstoianas e pacifistas. Suportou prisão sob o regime czarista e internamento
num campo nazista. Nos últimos 20 anos de sua vida, ele assumiu o papel de
chefe do museu Yasnaya Polyana.
Vladimir
Grigoryevich Chertkov
– (1854 – 1936) foi o editor das obras de Lev Tolstoi e um dos tolstoianos mais
proeminentes. Após as revoluções de 1917, Chertkov foi fundamental na criação
do Conselho Unido de Comunidades e Grupos Religiosos, que acabou administrando
o programa de objeção de consciência da RSFS russa.
Ludwig
Joseph Johann Wittgenstein
— (nasceu em Viena, 26 de Abril de 1889 e faleceu em Cambridge, 29 de Abril de
1951) foi um filósofo austríaco, naturalizado britânico. Foi um dos principais
autores da virada linguística na filosofia do século XX. Suas principais
contribuições foram feitas nos campos da lógica, filosofia da linguagem,
filosofia da matemática, e filosofia da mente. Muitas das chances do filósofo
mais importante do século passado.
Veja também:
A VIDA DE BUDDHA (SIDARTA GAUTAMA)
De acordo com a narrativa convencional, o Buddha nasceu em Lumbini (hoje, patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a E...
Não deixem de visitar, Blog do Maffei recomenda:
-
De acordo com a narrativa convencional, o Buddha nasceu em Lumbini (hoje, patrimônio mundial da Organização das Nações Unidas para a E...
-
A título de prefácio: Este artigo possui uma extensa e exaustiva quantidade de notas de referência no final do mesmo. Diferentemente daq...
-
FEUDALISMO - foi o sistema político e social implantado na Europa Ocidental durante a Idade Média (séculos V a XV) que se baseava na posse...
-
ROMA Existem diversas lendas sobre a fundação de Roma. O que se sabe ao certo é que, por volta de 800 a . C., Roma era ...
-
BUDISMO The Dharmacakra, "Wheel of Dharma" O Dharmacakra, "Roda do Dharma" O Budismo é uma religião, filosofia e...
-
The Jolof Empire (French: Djolof or Diolof ), also known as the Wolof or Wollof Empire, was a West African state ...
-
A IGREJA ORTODOXA Traduzindo do latim ortodoxa seria literalmente considerada “igreja da opinião correta” ou “...
-
No livro "A História Nova" de Jacques Le Goff, Philippe Ariés em seu texto sobre a história das mentalidades cita os conceitos d...
-
Também conhecido como anarquismo de livre mercado, anarquismo libertário, anarquismo de propriedade privada ou anar...
-
O CORTIÇO (1890) Aluísio Azevedo foi fundador e principal representante do Naturalismo na literatura brasileira. Em O Cortiço , p...
































































